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[Resenha] A Escolha – Kiera Cass

Publicado em 26 jul, 2014

A Escolha – Kiera Cass
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765374
Ano: 2014
Páginas: 352
Classificação: 
Página do livro no Skoob / Compre!

A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante … Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.

Resenha:
Em meio a tantas séries sendo lançadas no mercado editorial, A Seleção conseguiu não me decepcionar em quase nenhum aspecto importante. Com uma trama bem amarrada que cumpriu sem prometer, o destino de America encerrou-se de forma satisfatória e contou com surpreendentes reviravoltas.

Aposto que algum fã de carteirinha já se incomodou com a minha afirmação de que a obra de Kiera Cass não prometeu nada e mesmo assim cumpriu com seu papel. Vou esclarecer, como fã de distopias estou acostumado a tramas que foquem bastante na sociedade e suas regras rígidas de funcionamento. Desde o primeiro livro ficou claro para mim que o foco seria direcionado para o romance, e estou errado? Toda a atmosfera de vida palaciana e regras de etiqueta dão um clima novo e gostoso para acompanhar. E por incrível que pareça não se torna chato ou enfadonha em momento algum. Apesar de todos os ataques rebeldes e do leve mistério envolvendo Ilhéia, não tivemos uma verdadeira guerra sangrenta com cenas surpreendente de ação, tivemos? A Seleção simplesmente não é esse tipo de livro e não podemos julgá-lo como tal. Digo isso por experiência pessoal, não havia lido distopias assim até o momento. Kiera Cass e sua escrita apaixonante merece o sucesso por ter sido tão feliz em sua obra.

Se no primeiro livro da série Maxon havia me ganhado completamente, em A Elite a autora me confundiu tanto que iniciei a leitura desse último com uma dúvida cruel em relação a Aspen. Mas admito, não há resquícios de confusão alguma, America apenas foge do que realmente quer e felizmente temos uma escolha linda no desfecho. Não diferente de muitas séries por aí, a Kiera fez questão de assassinar personagens queridos. Qual o problema com esses autores? Parem! Eu realmente não esperava essa reviravolta, simplesmente não me passava pela cabeça. Não estou sabendo lidar com isso até agora. Machuca, sabe?

Não é novidade que America nunca esteve nas graças do Rei, certo? Em A Escolha a situação piora e senti um ódio puro e verdadeiro. Tratando-se de um reallity show a opinião do público sempre é levada em consideração, America ainda aprontará muito em suas provas e afazeres no palácio, ela não pensa nas consequências de suas ações. E eu jurando que não havia mais formas dela irritar o Rei! Uma problemática com os rebeldes deixa o enrendo enigmático e nos dá uma das cenas mais desnecessárias da estória. Pobre America! Um dos pontos mais legais e divertidos é o relacionamento das garotas restantes na Elite, ele passa por mudanças, amadurece e nos rende momentos super legais e interessantes de acompanhar.

A narrativa continua sendo em primeira pessoa pela America e isso irrita nos momentos em que pensamos o quão fácil nos parece escolher entre Maxon e Aspen. Nossa protagonista acredita que a Seleção obrigou Maxon a dividir em pedaços sua atenção, suas verdades, seu amor. E não é a mais pura verdade? Ele escolheu o que compartilhar com cada garota, nenhuma o tem por inteiro. Consegui escrever essa resenha sem spoiler algum e preciso finalizá-la afirmando o quando adorei ter lido a trajetória de America, apesar de algumas coisas terem ficado em aberto sem muito aprofundamento, toda a trama se encerra com maestria.

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