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[Resenha] Dividir e Conquistar – Carrie Ryan

Publicado em 22 abr, 2014

Dividir e Conquistar – Carrie Ryan
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765176
Ano: 2013
Páginas: 216
Classificação: 
Página do livro no Skoob

Depois de garantirem que Colombo descobrisse a América e que a Revolução Francesa fosse um sucesso, Dak, Riq e Sera viajam com o Anel do Infinito para tentar corrigir mais uma falha histórica e salvar a humanidade. O cenário agora é a Paris medieval, e centenas de navios tripulados por guerreiros vikings estão cercando a região, prontos para exigir que a população se renda. Sem saber ao certo que caminho tomar, os três jovens acabam causando uma guerra entre os parisienses e os nórdicos invasores, e se preparam para defender a cidade. Mas a situação se complica quando Dak é capturado e forçado a lutar junto ao exército adversário. Em meio a chuvas de flechas, jatos de óleo quente e ataques de catapultas, os três viajantes só conseguirão sair vivos – e continuar sua missão de restituir a ordem do mundo – se encontrarem um aliado entre os soldados inimigos mais ferozes da história.

Resenha:
Dividir e Conquistar é o segundo volume da série Infinity Ring iniciada com Um Motim no Tempo. O diferencial da série são as mudanças de autores a cada volume. O 1° fora escrito por James Dashner, já esse por Carrie Ryan. É interessante ler a resenha anterior para situar-se.

Após consertarem a Fratura do livro anterior, Dak, Sera e Riq viajaram mais uma vez no tempo. O ano agora é 885 e os nórdicos preparam um ataque à Paris. O líder dos Vikings, Siegfried exige uma rendição da população parisiense… do contrário a tripulação de 33 mil vikings à bordo de 700 navios e incontáveis barquetes que cercam a cidade irão atacar. Será o início de uma guerra… perdida. Nosso trio tem exatamente 24 horas para decifrar o erro e impedi-lo. Em meio a perigos mortais, o Square, uma espécie de tablet, acaba sendo a única conexão que eles possuem com o futuro a qual pertencem. As certezas que possuem serão testadas durante essa missão.

Dak não perderá a oportunidade de conhecer de perto a rotina viking, sendo um fanático em História como é. Infelizmente ele acabará sendo sequestrado, tornando-se assim um refém de Rollo, o Caminhante e sua cadela de bafo gritante, Vígi. Ou seja, ele está em território inimigo enquanto seus amigos tentam descobrir a Fratura. Pra piorar, o Anel do Infinito está em sua posse… Durante toda a vida as únicas certezas de Dak foram o amor de seus pais e seu conhecimento em história, agora a história está mudando e seus pais estão desaparecidos. Bem, ele precisa escapar vivo antes que algum Guardião do Tempo o identifique como uma real ameaça ao poder que de fato ele é.

Sera e Riq estão um pouco desfocados nessa aventura, mas estão também mais próximos. As Reminiscências estão cada vez mais fortes e eles precisam descobrir qual o sentido dessas sensações de vazio e incômodo. Sera ainda desenvolve uma paixonite que não resistirá ao tempo. Ela está crescendo… Dak rouba a cena e deixa a narrativa deliciosa com suas loucuras, ele sem dúvidas é meu personagem preferido entre os três. Se antes a SQ era vista como um oponente após o término desse livro você entenderá por que eles agora são vistos como reais inimigos.

E se eles entenderam tudo errado? Se ao invés de impedir algo ruim eles causassem algo pior? O papel de cada um será questionado e qualquer certeza será duvidosa. Talvez alguém tenha que ficar para trás para seguir em frente. O crescimento dos personagens é notável, é possível reconhecer novos aspectos explorados em cada personagem e claro, uma exposição ainda maior daquilo que já fomos acostumados no livro anterior. A narrativa continua sendo em terceira pessoa e o ritmo frenético. É difícil largar uma estória tão empolgante.

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